E,
de repente, meu mundo desaba.
Malditos,
malditos!
Destruíram
tudo o que eu tinha...
Minha
longa estrada; ah, querida, te arruinaram.
Com
as próprias mãos eles destrançaram
o
que ninguém jamais traçara
apenas
eu.
Meus
pés, agora cansados
por
terem, em vão, procurado um rumo.
Minhas
súplicas não foram o suficiente;
Não
adiantou de nada implorar;
Os
pedidos, o rogo, a lamentação... Para nada serviram.
Os
miseráveis.
Malditos,
malditos!
Devastaram
meu mundo.
Estragaram
minha alma...
Do
que adianta
tentar
lutar de novo,
sabendo
que irei perder?
Sabendo
que eles vão roubar
a
única coisa boa que ainda resta em mim.
Sabendo
que eles vão piratear
minha
única riqueza.
Sabendo
que eles vão levar
os
meus sentimentos.
- Carol
Acalmem-se. O blog não virou uma galeria de poemas-um-tanto-quanto-ruins e eu não parei de postar sobre outros assuntos... sei lá, eu só gostei desse poema e resolvi postar. Então, ficou bom?
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