Eu acabei de reler um texto que fiz em fevereiro. A minha escrita era tão ruim assim?
Sério, quantas repetições, vírgulas... Eu não sabia colocar PONTO!
Erros ali, erros aqui, erros em todos os lugareeeeeeeeeeeeeeeeees!
QUE VERGONHA DE MIM MESMA!
Eu não posso ter escrito aquilo, gente.
Meu Deus!
Aquilo?
Não! Por favor, diga que aquele texto não é meu.
Aqui está o primeiro parágrafo. Por favoooor, não riam da minha cara.
"Olá, eu me chamo Morgana, tenho 25 anos, sou
casada a dois anos e tenho uma filha. Trabalho num restaurante perto da minha
casa, sempre adorei cozinhar, mas às vezes sou desastrada e acabo queimando a
comida ou esquecendo de por alguns ingredientes."
Que vontade de morrer.
Sério.
A primeira frase já se mostra de qualidade, não é?
Essas repetições lindas "anos, anos"
E eu tive a competência de resumir tudo o que acontece na história no primeiro parágrafo.
"Acabo queimando a comida ou esquecendo de por alguns ingredientes"
SIM, NA HISTÓRIA ELA ACABA QUEIMANDO A COMIDA E ESQUECENDO DE COLOCAR OS INGREDIENTES.
FOI-SE O TEXTO!
FOI-SE O TEXTO!
QUE TEXTO INÚTIL, ALIÁS.
EU ESTRAGUEI TUDO!
Imagino a cara da professora quando leu isso.
Acho que foi assim:
"Hm, vamos ler o texto da Caroline. Blábláblá... QUE COISA HORRÍVEL! MEU DEUS! *vomita*"
Deve ter sido isso mesmo, porque eu não tirei nota máxima nessa droga.
Que vergonha, gente.
Vamos tentar pensar positivo...
Hmm, se não fossem esses textos ridículos que um dia escrevi, eu não estaria melhorando minha escrita atualmente, né?
Ah, e eu sei que um dia vou ler esse blog feio e pensar "Como tive coragem de publicar isso na internet?!"
É.