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Onde esconder a cara?

Postado por Carol Langer em segunda-feira, setembro 23, 2013 2 comentários

Eu acabei de reler um texto que fiz em fevereiro. A minha escrita era tão ruim assim?

Sério, quantas repetições, vírgulas... Eu não sabia colocar PONTO! 
Erros ali, erros aqui, erros em todos os lugareeeeeeeeeeeeeeeeees!
QUE VERGONHA DE MIM MESMA!

Eu não posso ter escrito aquilo, gente.
Meu Deus!
Aquilo?
Não! Por favor, diga que aquele texto não é meu.

Aqui está o primeiro parágrafo. Por favoooor, não riam da minha cara.
"Olá, eu me chamo Morgana, tenho 25 anos, sou casada a dois anos e tenho uma filha. Trabalho num restaurante perto da minha casa, sempre adorei cozinhar, mas às vezes sou desastrada e acabo queimando a comida ou esquecendo de por alguns ingredientes."

Isso é SÓ o primeiro parágrafo, O TEXTO INTEIRO está cheio de erros.
Que vontade de morrer.
Sério.
A primeira frase já se mostra de qualidade, não é?
Essas repetições lindas "anos, anos"

E eu tive a competência de resumir tudo o que acontece na história no primeiro parágrafo.
"Acabo queimando a comida ou esquecendo de por alguns ingredientes"

SIM, NA HISTÓRIA ELA ACABA QUEIMANDO A COMIDA E ESQUECENDO DE COLOCAR OS INGREDIENTES.
FOI-SE O TEXTO!
QUE TEXTO INÚTIL, ALIÁS.
EU ESTRAGUEI TUDO!

Imagino a cara da professora quando leu isso.
Acho que foi assim:
"Hm, vamos ler o texto da Caroline. Blábláblá... QUE COISA HORRÍVEL! MEU DEUS! *vomita*"

Deve ter sido isso mesmo, porque eu não tirei nota máxima nessa droga.
Que vergonha, gente.
Vamos tentar pensar positivo...
Hmm, se não fossem esses textos ridículos que um dia escrevi, eu não estaria melhorando minha escrita atualmente, né?
Ah, e eu sei que um dia vou ler esse blog feio e pensar "Como tive coragem de publicar isso na internet?!"
É.

Cadê meu diário, cadê?

Postado por Carol Langer em sábado, setembro 21, 2013 0 comentários

Eu escrevia um diário super bonitinho aqui no computador, mas cadê?

Eu comecei a escrevê-lo em junho de 2012, pelo o que eu me lembre.
Deve ser isso que tenha me incentivado a começar escrever mais e blábláblá, porque eu contava apenas tudo da minha vida naquele diário com senha.
Eu escrevia desde o meu dia na escola até minhas aventuras no The Sims (sdds TS3, estou há meses sem jogar)

O engraçado é que apenas com doze anos eu reclamava mais do que alguém de cinquenta e três (não que hoje seja diferente). 

E ao contrário daqui, eu sempre tinha assunto.
Pode ser porque eu estudava numa escola... digamos, no mínimo horrenda, então sempre tinha algo para falar.
Aliás, eu era um pouco diferente.
Meu cabelo era horrível, mas era rosa (yep, eu pintei meu cabelo de rosa), minha cara conseguia ser mais feia do que já é (palmas para ela!), eu me contentava por ganhar um pijama novo (what?), eu tinha simplesmente os melhores amigos virtuais do mundo (parei de falar com a maioria, desses aí só continuo conversando com um ou outro), eu até tinha uma escrita boa, que foi melhorando com o tempo (pelo menos isso), enfim, eu era muito muito muito feliz e ingênua, mesmo sofrendo bastante na escola. :(

"Mas Carol, o que aconteceu com você naquela escola?"
Meu caro curioso, meu objetivo aqui é fazer uma postagem pequena e simples, então sem explicações hoje, ok? Um dia quem sabe...
E sim, eu já mudei de escola.


Continuando ,eu queria muito reler aquele diário que contou aproximadamente um ano da minha vida (eu parei de escrever em junho desse ano, então deu um ano certinho). O ano que mais ocorreram mudanças, que mais eu me alterei (tanto na personalidade como fisicamente), que mais eu cresci, amadureci, ri...
Mas nem tudo é como a gente quer.
Porque o diário foi deletado.
SIM, FOI DELETADO.
D E L E T A D O
Não por mim, mas sim por um fantasma que gosta de deletar diários sem explicações.
O que nos resta é chorar, porque eu ia colocar um monte de trechos dele aqui :(
É.

PS.: Meu amigo criou um blog ~le eu incentivando todos a criarem blogs e mais blogs uhul~ então visitem lá, é o Nada Plausível e promete ser muito bom :D

Até mais, povo

Aniversários

Postado por Carol Langer em sexta-feira, setembro 20, 2013 0 comentários

São chatos. Eu posso resumir toda essa postagem em: "aniversários são chatos", mas quero enrolar vocês.

Me inspirei para fazer esta postagem hoje porque é aniversário da minha mamãe mãe, e também da minha gata (Pantufa).
Sim, minha gata se chama Pantufa, algum problema?
Se você é bonito, pode ter nome estranho que vai continuar sendo bonito. É o caso da Tufa.


Ai que linda, dois aninhos que o mal em forma de gato habita a minha casa.

Enfim, não é pra falar da Pantufa que estou aqui, é porque logo vai ter a "festinha" de aniversário da minha mãe, e eu não estou nada a fim de ir.
Primeiro motivo é porque só vai umas cinco pessoas.
Segundo motivo é que a única coisa "comestível" que irá estar presente vai ser um bolo de chocolate.
Terceiro motivo é porque não vai ter internet.
Quarto motivo é porque eu preciso da internet.
Quinto motivo é porque minha prima vai faltar na escola para "marcar presença" na dita festa.
Sexto motivo é porque eu vou ter que viver.
Sétimo motivo é porque eu não quero ir.
Oitavo motivo é porque eu não gosto de festas.
Nono motivo é porque eu estou com dor por causa do aparelho.
Décimo motivo é porque eu estou morrendo de sono.
Entre outras causas.

"Carool! Pare com isso. Você nem sofre tanto assim blábláblá" 
KKKKKKKKKK ok ¬¬

A única coisa útil que eu posso fazer naquela festa vai ser desenhar e/ou ler.
Se bem que tem uma boa floresta por perto, dá para treinar subir em árvores e ensinar alguma coisa para as minhas primas sobre "mover sem ser ouvido ou visto".

Enfim, que maravilha, não é?
Neste belo dia nublado, ameaçando chuva, eu tenho que ir a uma festa.
E nem é uma festa legal.

Vou terminando a postagem por aqui, porque minhas primas chegaram.

PS.: Hoje na escola teve um treinamento para incêndios, terremotos e desabamentos.
Tipo, WHAT?
Eu só sei que eu não conseguia parar de rir.

Lágrimas másculas

Postado por Carol Langer em quinta-feira, setembro 19, 2013 0 comentários

Se for pra chorar, chore como alguém de verdade, não como um fracassado.

Eu acabei de voltar do inferno dentista agora, ou seja, acabei de voltar de uma tortura, acabei de trocar aquela cadeira verde-amigável pelo velho sofá da sala, acabei de ficar feliz.

Arghhh, aquelas mulheres-dentistas insuportáveis não paravam de conversar enquanto mexiam nos meus dentes.
mal elas sabem que estão mexendo nos dentes de uma futura atriz famosa
Além de ficarem vendo TV, e eu lá, igual uma boba deitada enquanto elas discutem sobre as notícias.

E quando elas não estavam assistindo TV, conversando ou qualquer outra bobagem, me faziam sofrer.
Foi horrível, eu senti muita dor.
Uma lágrima máscula até saiu do meu olho, mas foi porque a luz estava na frente da minha cara, ok? E foi só uma, e por causa da luz. Só uma.

Meu dia na escola também não foi nada legal.
Aquele menino não para de me incomodar. Hoje mesmo ele riscou meu moletom, uma praga.
mal ele sabe que está riscando o moletom de uma futura atriz famosa
Além de que eu precisei fazer uma apresentação de uma música com as minhas amigas, foi ridículo.

Maaaaaaaaaaaaas
Pelo menos ganhei lápis novos (eu desenho muito, então lápis são sempre bem-vindos).
Agora vou conseguir terminar os desenhos na parede (e fazer mais, muito mais, porque desenhar na parede vicia).

É isso.
Até mais,
lembre-se:
chore, mas chore lágrimas másculas.

"A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena"

Postado por Carol Langer em quarta-feira, setembro 18, 2013 0 comentários

Minhas habilidades para atuar nunca foram tão testadas quanto hoje.

Vou contar desde o começo o que aconteceu:
Há dois meninos idiotas na minha sala, dois idiotas que já citei em outra postagem.
Eles perturbam eu e minha amiga, Raphaela (blog dela aqui).
E todos nós sentamos perto uns dos outros.
É mais ou menos assim:

[EU]         [CHATO2]
[CHATO1] [RAPHA]

É terrível! Eles pegam os bilhetes que passamos e leem em voz alta, além de roubarem as nossas coisas. São praticamente feitos para o circo.

Até que hoje a minha paciência e a da Rapha acabaram.
Eles começaram a nos xingar e rir da nossa cara, sem parar.
Então eu me levantei com toda a classe do mundo sqn, empurrei um dos meninos e ergui a mão para bater naquele rosto já deformado dele sim, eu bato em quem eu quiser, então cuidado, mas rapidamente raciocinei que havia uma vingança muito melhor e bem planejada do que aquela.

Eu contei meu plano para a Rapha, e ela concordou.

~Sinal para o intervalo: era a hora.

Nos escondemos no banheiro e esperamos a sala esvaziar (não pode ficar na sala durante o recreio). 
Ok, corremos até a sala, pegamos o material do [Chato1] e espalhamos para tudo quanto é lado: Jogamos o estojo perto da mesa do professor, os lápis no chão, rabiscamos a carteira e até pegamos um bilhete que ele tinha nos roubado.
Depois desse nosso "vandalismo", voltamos ao banheiro e ficamos conversando, tentando imaginar qual seria a reação do menino e como iríamos disfarçar nossa risada.

Acontece que esquecemos de um detalhe.
Um detalhe importante,
mas que acabou ajudando mais do que o esperado:
Seria aula de matemática depois do intervalo.
E o professor de matemática é simplesmente o mais terrível da escola inteira.
Ele é muito bravo, e se visse aquilo do jeito que estava, não descansaria até encontrar o culpado.
Mas era tarde demais.

Entrou o professor, aí o menino.
Primeiramente o professor não havia notado a bagunça porque ele é um cego, mas foi só o menino chegar para começar a confusão.
O professor deu um discurso de vinte minutos, prometendo que ele iria descobrir quem foi que fez aquilo e que hoje foi apenas um diálogo, da próxima vez irá ser muito mais sério! e também que  quando ele descobrir, o culpado levará suspensão!
Eu me segurei muito pra não começar a rir igual uma louca, mas lembrei que ouso me chamar de atriz, então relaxei e fiquei com cara de "e dái?! Eu não fiz nada, professor" porque ele me olhava com muita raiva (afinal, a vítima sentava atrás de mim). Resumindo, mesmo que eu tenha ficado rindo por dentro, estava neutra por fora.
Além de que chamaram a Orientadora Educacional daquela joça para dar um discurso de moral e blábláblá.
Os meus colegas deviam me agradecer por ter feito eles perderem tanto tempo da aula de matemática (que iria ter prova. IRIA. sim, eu fiz a turma perder prova, ops) aff, sou uma santa mesmo.

É óóóbvio  que o menino sacou que foi a gente. Ele está nos chantageando agora, mas quem disse que a vingança está feita?

Isso foi tudo planejado
e isso é só o começo.

What?

Postado por Carol Langer em terça-feira, setembro 17, 2013 0 comentários

Finalmente cheguei em casa, argh!

Não basta eu agora estar mais feia do que já era, é necessário ir para a escola, enfrentar aqueles primatas idiotas e depois fazer um passeio super legal e feliz sqn no shopping.

Eu cheguei um pouco mais tarde hoje na escola por motivos óbvios de eu querer dormir mais.
Conversei com as minhas amigas e aquela coisa de sempre, fiquei falando com a mão na frente da boca porque eu não quero que me vejam de aparelho :(
Depois de longas aulas de português, teve educação física.
E eu não estava com a mínima vontade de ficar correndo como uma idiota sem rumo (porque eu odeio correr, odeio esportes em geral, eu gosto de levar uma vida sedentária).
Solução? Fuja e mate aula, né Rapha? 

Aí teve matemática, e o ruim é que eu tenho dois cadernos da matéria: um para os dois primeiros trimestres (e o começo do terceiro), e outro que eu comprei agora para o terceiro trimestre pois o espaço do primeiro caderno tinha acabado.
Então ora eu abro o antigo para revisar e corrigir exercícios, ora eu abro o novo para escrever.
E isso irrita.


Depois de ser interrogada por milhares de pessoas sobre o que era essa coisa nos meus dentes, a aula finalmente acabou!
Mas a tortura continuou, porque eu fui arrastada para o shopping.

Sim, eu odeio shopping.
É uma coisa horrível aquela muvuca de gente feliz, comprando coisas por impulso.
E não tem absolutamente nada que eu gosto para comprar lá.

Depois de muito implorar para ir para casa, eu cheguei!
E não houveram coisas mais interessantes que isso.
Que droga.
Argh.

PS.: Li o conto "O gato preto" de Edgar Allan Poe, gente, é muuito bom :D

Oi.
Eu sou um ET.
Eu gosto de invadir computadores.
Invadi o da Carol agora.
Tchau.
Onde estou agora?
Atrás de você.

Daora a vida

Postado por Carol Langer em segunda-feira, setembro 16, 2013 0 comentários

Sentar na frente do menino mais bagunceiro da sala só pode ser sinônimo de qualidade.

E não é apenas o mais bagunceiro: é o mais chato, mais gordo, mais horrível, mais repugnante, mais idiota, mais medonho, mais abominável, mais terrível, mais tudo que há de ruim no mundo.
E se não bastasse, o amigo dele senta praticamente do meu lado.

Aquele gordo ridículo e aquele anão hiperativo infernizam todos.

Hoje, por exemplo, eles tiveram a coragem de colocar aqueles dedos feios e cheios de gordura nos meus óculos.
Não basta eles me atormentarem a manhã inteira, eles precisam deixar aquelas digitais horrendas nos meus óculos.
E aí ficam se fazendo de coitadinhos se você encostar um dedo no lápis novo deles.
Abutres.
Se algum dia eles aparecerem perfurados por uma flecha, eu não tenho nada a ver com isso. Só para deixar claro.

PS.: Um grande "obrigada!" aos professores por terem me dado aquele lugar lindo e divo que eu adorei! Achei hilário o jeito que vocês juntaram os mais baderneiros da sala ao meu lado, risos, só não entendi o objetivo ainda.
engraçado como os professores conseguem ser mais burros que a gente em certas ocasiões

Ah, outro fato que ocorreu hoje:

A professora havia evaporado e não voltava para a sala. Eu, como uma boa aluna, acabei os exercícios que ela tinha solicitado e fui desenhar.
Até aí nada demais.
Por fim, minha colega-amiga veio falar comigo. Não deu cinco segundos para ela ver e analisar o desenho e começar a bombardear isso na minha cara:

"O cabelo está meio esquisito aqui"
"O nariz dela não deveria estar mais fino ali desse lado?"
"O corpo dela tá meio torto"
"Essas pernas não estão me agradando"
"E essa mão!? Ela tem alguma doença?"

Eu não consigo escrever mais outras frases ditas por essa asna por motivos de: eu tenho, no mínimo, uma noção do que digo.
A questão é que
Se você fica jogando defeitos sem parar sobre os outros, você é um idiota.
Eu com toda a classe do mundo disse apenas "Ah, faz um desenho melhor aí, colega"

Ela fez algo pior do que eu imaginava, e ficou lá, se achando.
Algumas pessoas precisam ter senso do ridículo.
Até que você faça algo melhor, você não tem o direito de criticar o que os outros fazem.

PS².: O meu desenho nem estava ruim :(


Mas é isso, novamente não cheguei a lugar nenhum com esse texto.
Me desentendi com várias pessoas hoje e estou muito avoada, desculpem-me.
Sem contar que eu... não, não vou contar isso :\ 

Até mais

"Feche a porta"

Postado por Carol Langer em sábado, setembro 14, 2013 0 comentários

Como é possível haver pessoas que não entendem essa frase?

Isso acabou de acontecer. "Feche a porta" "Por que?" PORQUE EU QUERO ELA FECHADA, SIMPLES! COMO ASSIM AINDA EXISTE SUJEITOS QUE NÃO COMPREENDEM?

Essas pessoas suspeitam de tudo quanto é coisa. Para elas, se você fala para fechar a porta significa que você está bolando um plano maligno para dominar o mundo.
É difícil entender que você só quer ficar sozinho e minimizar os barulhos insuportáveis vindos de fora!? Não tem nada a ver com dominação mundial ou pode ter, nunca se sabe, né?!

Além de que seeeeempre existirá as pessoas que falam que vão fechar a porta e não fecham.
Ou que apenas a deixam encostada.
EU QUERO A PORTA FECHADA!
VOCÊ INVADIU MEU QUARTO, VOCÊ INVADIU MINHA PRIVACIDADE, PORTANTO É VOCÊ QUE VAI FECHAR A PORTA.

Sorte minha que não tenho essa deficiência, e quando você me pedir para fechar a porta, eu vou fechar.

Mas agora estou cansada de toda essa palhaçada. Fiz esta pequena lista com dicas para VOCÊ se tornar, no mínimo, uma pessoa melhor (creio que pelo menos irei conseguir mudar os hábitos de alguma pessoa, isso já me deixa mais feliz):
  • A porta está fechada? Bata antes de entrar;
  • Seja menos surdo: ouça mais, fale menos! Assim você irá ouvir e compreender os pedidos da outra pessoa;
  • Se você se negar a fechar a porta para a pessoa, ela tem o direito de, futuramente, não fazer as coisas que você pedir;
  • Não se faça de coitadinho-escravizado. Se a pessoa pediu para fechar a porta, faça. Ela certamente tem motivos para isso.
  • É impossível você nunca ter desejado ficar sozinho com a porta fechada. Veja o lado da pessoa, entenda ela!
  • Se a porta estava fechada quando você entrou, feche-a depois que entrar e depois que sair;
  • Talvez ela não esteja com vontade de rir, ela pode estar triste! Entenda isso antes de abrir uma porta e chegar gritando;
  • Ops! Ela não estava triste: estava com raiva! Saia daí antes que algo seja atirado em você (e feche a porta);
  • Por mais que você esteja suspeitando de que ela está fazendo algo errado, não revele isso! Se revelar e a pessoa realmente estiver elaborando alguma coisa, só irá deixá-la mais estimulada a esconder;
  • A porta é um modo de obter privacidade, pelo amor de Deus, compreenda isso.
Foram essas as dicas que consegui pensar. O importante é se lembrar de fechar a porta sempre, depois de algum tempo isso se torna automático.


Escrevi isso com a porta fechada, e não me restam dúvidas de que logo alguém vai abri-la e perguntar o que eu estava "aprontando". 

Ok

Postado por Carol Langer em quinta-feira, setembro 12, 2013 0 comentários

Oh, mais uma postagem sobre o seu dia, Carol?
Sim.

Sobre a minha manhã na escola, para ser mais precisa.

Eu acordei, bláblá... Cheguei na escola e alguns amigos vieram falar comigo, eu achei de começo que era algo interessante e um assunto legal, mas não. Eles vieram me perguntar se TINHA TAREFA.
Eu, como uma bela pessoa do bem que quer a paz mundial, falei as tarefas que os benditos tinham que fazer. Gastei as poucas energias matinais que tinha relembrando as páginas dos exercícios e folheando os cadernos para eles conseguirem copiar. Depois que eu expliquei todas as tarefas (que não eram poucas e que deram muito trabalho para mostrar), eles tiveram a cara-de-pau de soltar a frase "Nossa, é muita coisa! Acho que não vou copiar".
Antes de ter um ataque de nervos, eu raciocinei que eles seriam anotados por tarefa não feita sim, eu demorei para lembrar disso, então a própria vida os faria pagar por terem me escravizado. 
E saí sorrindo.

Por fim a aula começou, e era aula do quê? PORTUGUÊS! Sim, eu tenho português praticamente todos os dias.
Acontece que hoje era para eu levar um texto que tinha feito séculos atrás, e eu esqueci. Estava todo revisado, bonitinho, só esperando para ser corrigido... e eu esqueci.
Eu levava sempre ele para a escola, só que nunca era o bendito dia da entrega. Hoje era... e eu esqueci.
Mas não se preocupem com esta bela pessoa comigo, está tudo bem e eu não levei anotação. 

Ainda nessa aula, a professora resolveu humilhar meu vocabulário fazendo um exercício. Era para substituir alguns verbos por outros que mantivessem o mesmo sentido. 
Eu devo ter feito dois ou três, e não achava mais.
É. E o pior é que tinha trilhões de outros verbos para colocar, e eu tinha lembrado de apenas três. 
Mas ok, até que me ajudou a lembrar de alguns sinônimos.

Aí teve a aula de educação física em que nós só ficamos sentados conversando pois a professora estava "ocupada com coisas importantes". 
E depois houve uma longa aula de filosofia que só serviu para a gente receber as provas, tirei 9,8 porque sou muito filosófica, corrigi-las "rapidamente" para ver se não havia nada errado, e assistir o começo de Tempos Modernos (não sei porquê).

Foi-se o recreio, foi-se a alegria.

Tivemos uma aula desnecessária de Ciências. E para variar sqn eu não entendi nada do que aquela professora falou.
Seguindo, tivemos outra aula que não serviu para nada além de desenhar na mesa né Rapha?!.

E aí acabou essa droga.
Sorte que amanhã é Conselho de Classe e não tem aula \o/

PS.: Sim, meus colegas se ferraram por não terem feito a tarefa >:)

No céu tem pão?

Postado por Carol Langer em quarta-feira, setembro 11, 2013 0 comentários

Antes de começarem com comentários estúpidos sobre esse título, fiquem sabendo que eu não tenho criatividade pra colocar outra coisa e podem botar a culpa no Ed pela ideia

Vou contar sobre meu dia na escola nada-interessante aqui.

Eu acordei e fui pra escola (meu dia já começa super emocionante). Cheguei lá e a bendita estava praticamente vazia, sempre sou uma das primeiras. Fiquei parada, como de costume. Olhando para o chão sem falar com ninguém, apenas aguardando as minhas amigas chegarem. Minha espera durou aproximadamente vinte minutos (e como sou esperta, esqueci de levar algum livro para ler enquanto esperava).
Quando uma das minhas amigas finalmente tomou vergonha na cara e chegou na escola eu fiquei feliz: até que enfim tinha alguém pra ouvir minhas conspirações. Quando a avistei, já fui andando na direção dela.
E bem na hora em que eu ia falar com ela, um monte de gente vem falar comigo.
ARGH, POR QUE VOCÊS NÃO VIERAM CONVERSAR ENQUANTO EU ESTAVA SOZINHA?!
É sempre assim. Ou ninguém fala comigo, ou todos falam na mesma hora. 
Enfim, depois de muito enrolar com aquele povo chato, a aula começou.

E começou tediosamente tediosa. Se me lembro bem, a primeira aula foi de português, eu até que gosto da matéria, mas hoje eu praticamente dormi nossa Carol, como você é rebelde! E a professora, como uma autêntica pessoa da idade da pedra, nos passou milhares de exercícios e esqueceu de corrigir.
Depois disso teve outras aulas que só serviram para eu desenhar.E também houve o recreio, que só serviu para... não, espera. Recreio não serve pra nada.

Voltamos para a sala de aula e SURPRESA!: teria teste de matemática! Mas nada de mais para uma pessoa inteligente como eu mim, até já esperava aquilo.

Depois disso, teve aula com outro professor jurássico: o de história. Na verdade, ele nem é tããão velho, deve ter uns 30 anos, no máximo. Mas acontece que ele fala de um jeito que parece mesmo que vivenciou o negócio e reclama do jeito de um velho de 90 anos, além daquela barba que eu nem vou comentar.
O ruim é que o dito professor se faz de surdo. TINHA GENTE CANTANDO NO MEIO DA AULA E ELE CONTINUAVA LÁ NO QUADRO, ESCREVENDO COMO UM DOIDO.

A questão é que havia macacos pessoas correndo, gritando, subindo em cima das carteiras, batendo nos coleguinhas nos outros, e o professor lá, escrevendo, e eu, como uma aluna aplicada, tentando copiar.

Finalmente a aula que pareceu durar um século acabou e eu não sei como saí viva. 
O ruim é que esse era só o começo do dia.


É isso, eu realmente odiei essa droga que escrevi, porque não leva a lugar nenhum.

Mas, como foi a única coisa que fiz hoje, fiquem com essa porcaria.
PS.: No céu tem pão?
 

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