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Atuar

Postado por Carol Langer em domingo, setembro 22, 2013 2 comentários

"Atuar é só blábláblá, é fácil"

Ok, atuar é fácil.
Não posso falar que é difícil.

Difícil é convencer o povo de que não é você que está ali: é o personagem. 
Ou seja
Você precisa atuar, mas fazer uma interpretação ótima.

E isso é difícil.

Você precisa entrar no personagem.
Esquecer a sua vida, história, dores, jeito de falar, andar, vestir, pensar... Porque não é você que está ali, é o personagem.
E quanto mais diferente o personagem é de você, mais desafiador.
E mais satisfatório quando você termina uma peça com esse personagem.
Porque assim você pode se orgulhar e falar: "Não era eu, era o personagem".

Empreste seu corpo para o personagem;
Ensaie as falas dele;
Use as roupas dele;
Use a maquiagem dele;
Use a vida dele;
Entenda a mente dele;
E seja um sucesso no palco.

Quanto mais natural for sua atuação, melhor.
Não pode deixar aquela coisa artificial do tipo "decorei minhas falas, vou falar e pronto".
Não.
Gesticule enquanto fala, ande, mude a expressão facial, pense "o que ele faria?", deixe o personagem tomar conta de você.

A Darla (Princesa da Ervilha), minha personagem na peça "Depois dos felizes para sempre", por exemplo, sofre muito de dor na coluna, então sempre está reclamando e choramingando. 
Mas também é muito inteligente, só que não demonstra isso.
Deixa as outras princesas se baterem resolvendo os enigmas enquanto ela já tem um conhecimento maior da situação.
E o resto acha que ela é uma inútil que só fica reclamando das dores.

Irônico, não?

É difícil ficar a peça inteira andando corcundamente e reclamando sempre que possível.
Mas é a Darla.
Eu aceitei ser ela, então eu vou ser.



É isso, a chata aqui conseguiu ficar doente, então se ter alguma coisa equivocada no texto é porque eu estou delirando um pouco.
Só espero ter deixado claro que atuar não é só decorar um texto e ficar parado olhando para a parede enquanto o fala.

Ok

Postado por Carol Langer em quinta-feira, setembro 12, 2013 0 comentários

Oh, mais uma postagem sobre o seu dia, Carol?
Sim.

Sobre a minha manhã na escola, para ser mais precisa.

Eu acordei, bláblá... Cheguei na escola e alguns amigos vieram falar comigo, eu achei de começo que era algo interessante e um assunto legal, mas não. Eles vieram me perguntar se TINHA TAREFA.
Eu, como uma bela pessoa do bem que quer a paz mundial, falei as tarefas que os benditos tinham que fazer. Gastei as poucas energias matinais que tinha relembrando as páginas dos exercícios e folheando os cadernos para eles conseguirem copiar. Depois que eu expliquei todas as tarefas (que não eram poucas e que deram muito trabalho para mostrar), eles tiveram a cara-de-pau de soltar a frase "Nossa, é muita coisa! Acho que não vou copiar".
Antes de ter um ataque de nervos, eu raciocinei que eles seriam anotados por tarefa não feita sim, eu demorei para lembrar disso, então a própria vida os faria pagar por terem me escravizado. 
E saí sorrindo.

Por fim a aula começou, e era aula do quê? PORTUGUÊS! Sim, eu tenho português praticamente todos os dias.
Acontece que hoje era para eu levar um texto que tinha feito séculos atrás, e eu esqueci. Estava todo revisado, bonitinho, só esperando para ser corrigido... e eu esqueci.
Eu levava sempre ele para a escola, só que nunca era o bendito dia da entrega. Hoje era... e eu esqueci.
Mas não se preocupem com esta bela pessoa comigo, está tudo bem e eu não levei anotação. 

Ainda nessa aula, a professora resolveu humilhar meu vocabulário fazendo um exercício. Era para substituir alguns verbos por outros que mantivessem o mesmo sentido. 
Eu devo ter feito dois ou três, e não achava mais.
É. E o pior é que tinha trilhões de outros verbos para colocar, e eu tinha lembrado de apenas três. 
Mas ok, até que me ajudou a lembrar de alguns sinônimos.

Aí teve a aula de educação física em que nós só ficamos sentados conversando pois a professora estava "ocupada com coisas importantes". 
E depois houve uma longa aula de filosofia que só serviu para a gente receber as provas, tirei 9,8 porque sou muito filosófica, corrigi-las "rapidamente" para ver se não havia nada errado, e assistir o começo de Tempos Modernos (não sei porquê).

Foi-se o recreio, foi-se a alegria.

Tivemos uma aula desnecessária de Ciências. E para variar sqn eu não entendi nada do que aquela professora falou.
Seguindo, tivemos outra aula que não serviu para nada além de desenhar na mesa né Rapha?!.

E aí acabou essa droga.
Sorte que amanhã é Conselho de Classe e não tem aula \o/

PS.: Sim, meus colegas se ferraram por não terem feito a tarefa >:)

No céu tem pão?

Postado por Carol Langer em quarta-feira, setembro 11, 2013 0 comentários

Antes de começarem com comentários estúpidos sobre esse título, fiquem sabendo que eu não tenho criatividade pra colocar outra coisa e podem botar a culpa no Ed pela ideia

Vou contar sobre meu dia na escola nada-interessante aqui.

Eu acordei e fui pra escola (meu dia já começa super emocionante). Cheguei lá e a bendita estava praticamente vazia, sempre sou uma das primeiras. Fiquei parada, como de costume. Olhando para o chão sem falar com ninguém, apenas aguardando as minhas amigas chegarem. Minha espera durou aproximadamente vinte minutos (e como sou esperta, esqueci de levar algum livro para ler enquanto esperava).
Quando uma das minhas amigas finalmente tomou vergonha na cara e chegou na escola eu fiquei feliz: até que enfim tinha alguém pra ouvir minhas conspirações. Quando a avistei, já fui andando na direção dela.
E bem na hora em que eu ia falar com ela, um monte de gente vem falar comigo.
ARGH, POR QUE VOCÊS NÃO VIERAM CONVERSAR ENQUANTO EU ESTAVA SOZINHA?!
É sempre assim. Ou ninguém fala comigo, ou todos falam na mesma hora. 
Enfim, depois de muito enrolar com aquele povo chato, a aula começou.

E começou tediosamente tediosa. Se me lembro bem, a primeira aula foi de português, eu até que gosto da matéria, mas hoje eu praticamente dormi nossa Carol, como você é rebelde! E a professora, como uma autêntica pessoa da idade da pedra, nos passou milhares de exercícios e esqueceu de corrigir.
Depois disso teve outras aulas que só serviram para eu desenhar.E também houve o recreio, que só serviu para... não, espera. Recreio não serve pra nada.

Voltamos para a sala de aula e SURPRESA!: teria teste de matemática! Mas nada de mais para uma pessoa inteligente como eu mim, até já esperava aquilo.

Depois disso, teve aula com outro professor jurássico: o de história. Na verdade, ele nem é tããão velho, deve ter uns 30 anos, no máximo. Mas acontece que ele fala de um jeito que parece mesmo que vivenciou o negócio e reclama do jeito de um velho de 90 anos, além daquela barba que eu nem vou comentar.
O ruim é que o dito professor se faz de surdo. TINHA GENTE CANTANDO NO MEIO DA AULA E ELE CONTINUAVA LÁ NO QUADRO, ESCREVENDO COMO UM DOIDO.

A questão é que havia macacos pessoas correndo, gritando, subindo em cima das carteiras, batendo nos coleguinhas nos outros, e o professor lá, escrevendo, e eu, como uma aluna aplicada, tentando copiar.

Finalmente a aula que pareceu durar um século acabou e eu não sei como saí viva. 
O ruim é que esse era só o começo do dia.


É isso, eu realmente odiei essa droga que escrevi, porque não leva a lugar nenhum.

Mas, como foi a única coisa que fiz hoje, fiquem com essa porcaria.
PS.: No céu tem pão?

Não sei me comunicar

Postado por Carol Langer em quarta-feira, setembro 11, 2013 0 comentários

Esse título resume a minha vida e quem me conhece certamente vai concordar, sendo meu amigo ou não.

Durante esses meus treze anos, eu acho que iniciei um bom diálogo talvez umas cinco vezes na vida. 
Como uma pessoa jovem e que ainda tem muito pra viver ou não, tenho esperanças de que um dia vou conseguir me comunicar claramente. 

Eu não sei falar.
Eu não fui feita para falar. Durante meu dia só falo palavras necessárias e precisas, é automático. Se eu passar um dia inteiro sem falar, não vou me surpreender. 

Eu odeio começar conversa. Eu não consigo deixar aquela droga fluir.

Sei lá, teve um monte de coisas que contribuíram para que eu seja uma pessoa quieta e sem assunto. A primeira é que eu sempre preferi ficar sozinha, não gosto da companhia excessiva das pessoas (por mais que esteja tentando mudar isso agora). Outra explicação é que eu só falo com meus amigos, então se você não é meu amigo, eu não quero nem olhar na sua cara. E acrescentando o fato de que eu não vivi nada de interessante para contar do tipo ~minhas aventuras~ ou até mesmo ~o dia em que saí do Brasil~ porque eu nunca saí do Brasil, na verdade eu acho que saí no máximo umas três vezes do meu estado deixa uma clara imagem de que eu sou uma pessoa chata e tediosa.
O máximo de assunto que eu tenho é "Qual a cor da sua escova de dentes?" ou "Você tem animais de estimação?"
 Sim, uma pessoa com 5 anos tem melhor lábia e dicção do que eu. 
Ah, e eu também não colaboro com nada. É meio difícil achar alguma coisa pra discutir comigo. Por exemplo, eu não ouço tantas músicas quanto as pessoas. O único jogo que já joguei tirando Tetris foi The Sims Sdds Laura Caixão. De livros só me apetece Rangers, que muito pouca gente conhece, etc. E eu também reclamo de tudo que vejo pela frente, logo, você não consegue me suportar.

Além de que eu sempre consigo falar pelo menos uma besteira e estragar a conversa. E também me atrapalho muito na hora de diálogos diretos: eu bolo um monte de frases boas para falar e na hora solto a pior. Tirando o fato de que sou praticamente surda, e isso significa que você vai ter que repetir no mínimo três vezes tudo o que você falou para eu entender.

Por isso que eu concordo com as pessoas, elas não falam comigo porque simplesmente não tem o que conversar.
É isso.
Caroline



ATUALIZAÇÃO:
"Não sei me comunicar parte II".
 Clique AQUI para ler a segunda parte desse drama pior que novela mexicana.

Que diabos houve comigo?

Postado por Carol Langer em terça-feira, setembro 10, 2013 0 comentários

Antes estava tudo uma beleza, eu até que gostava das minhas fotos. Consegui mudar tanto em tão pouco tempo?

Realmente parece difícil de acreditar, mas eu não sei mais sorrir. Eu perdi esse "talento" e estou escrevendo um texto sobre isso porque ainda não perdi a minha razoável "habilidade" de escrever.
Não estou dizendo que perdi a alegria e o sentido da minha vida. Mas que eu não sei sorrir. Eu fico feia sorrindo. Minha cara só não fica mais horrível porque é impossível piorar. Eu sou feliz, mas eu não quero mostrar isso porque eu não sei mais sorrir. O meu sorriso (se é assim que podemos chamar aquela coisa que parece mais um tumor) ocupa metade da minha cara, e mesmo eu estando de boca fechada fica feio.
Meu rosto cresceu, engordou, achatou, amarelou, sei lá o que aconteceu com o bendito, eu só sei que ele não é mais o mesmo. Estou quase convencida de que trocaram a minha cara enquanto eu dormia ou algo parecido.
"Ai Carol! Isso é normal. O rosto muda porque a gente cresce e mimimi" Oh, really? Deve ser por isso que eu não tenho mais aquela cara de bebê...  Não estou falando disso. Eu mudei de uma semana pra cá, meu rosto mudou. Não tem nada a ver com crescimento. 
É esse o motivo de eu não postar mais fotos da minha cara no Instagram. Ainda vão falar que a minha conta foi hackeada e esses negócios que o povo gosta de inventar. Eu estou diferente, mas continuo sendo a Carol. Que diabos houve comigo?
Eu já falei do que eu gostaria de falar. Poderia estar encerrando o texto agora, mas eu gosto de perturbar vocês. Então fiquem me aguentando. Na verdade, você tá lendo isso porque quer, se for de sua vontade parar de ler agora, te mando beijos e tchau.
Continuando o meu raciocínio, pode-se descartar a opção de que meu rosto ficou diferente naturalmente. Não tem como mudar tanto em tão pouco tempo. Ele se transformou da noite para o dia e é isso que me intriga. Talvez alguma criatura não identificada tenha me injetado algo para meu rosto mudar, ou talvez eu seja uma criatura não identificada.
Quem sabe ele só esteja diferente, quem pode afirmar que é algo permanente? Vai ver eu sou parente de camaleão. Semana que vem posso estar com outro rosto, novo em folha. Talvez posso ser uma futura descoberta científica e meu rosto carrega algum tipo de cura para doenças, por isso ele muda. Ou apenas e mais provavelmente, meu rosto é indeciso e tem mal gosto (porque por favor né, ele muda pra algo pior do que já era, aí fica difícil). A questão é que vou ganhar bilhões sendo cobaia de laboratório para os cientistas verem o que está acontecendo comigo.
Mas na realidade, acho que nunca vou saber o que aconteceu. Meu rosto mudou e pronto. Agora entendo o significado das cirurgias plásticas.

É isso, fiz esse texto hoje mais cedo pra sair do tédio (e não consegui).

Erm, olá?

Postado por Carol Langer em terça-feira, setembro 10, 2013 0 comentários

Ninguém vai ler isso, mas é algo melhor do que continuar escrevendo no Word. 

Por onde devo começar? Me apresentando, claro.
Meu nome é Caroline, mas pelo amor de Deus, me chame de Carol.
Tenho treze anos, faço aniversário dia primeiro de março.
Viciada em Power Rangers, Ordem dos Arqueiros...


Eu sou apenas uma menina qualquer que criou um blog qualquer e tem uma vida qualquer. É isso. Faço teatro, mas estou longe de ser atriz. Escrevo, mas não chego aos pés de nenhum escritor. Argh, não estou me menosprezando, só é preciso falar a realidade.

Eu estou revoltada hoje, não consigo achar ninguém que tenha o mesmo grau (ou maior) de miopia que eu tenho. Na verdade, a minha professora de Português tem, só que ela mais velha que os dinossauros, então é típico dela possuir problemas de visão. Eu tenho aproximadamente cinco graus de miopia em cada olho. Comecei a usar instrumentos de tortura óculos com oito anos. Espera, por que diabos estou falando sobre miopia? Eu esqueci que tenho que me apresentar.

Continuando a falar sobre a menina qualquer que criou um blog qualquer e que precisa fazer a tarefa de história logo, nesta coisa que ousa se chamar blog eu vou colocar alguns textos que fiz, baseados numa pessoa maravilhosa em minha vida e nas minhas aventuras nada emocionantes. E em alguns momentos acho que posso tratar esse bendito blog como diário. É isso.

Como já dito, preciso fazer a tarefa de história se não aquele professor barbudo me mata
Até mais
Uma menina qualquer com...Isso tá irritando Carol.
 

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