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#RaphaVoltaPraEscola

Postado por Carol Langer em sexta-feira, dezembro 06, 2013 3 comentários
Tá, antes de mais nada, esse texto é apenas para a senhora RAPHAELA STEIN. Não é nada mais que um draminha-não-sei-se-pré-adolescente-ou-só-adolescente sobre uma amizade que começou muito rápido e, sei lá, virou uma novela mexicana (só que mais legal).
Tudo começou na fila de uma bendita papelaria, no segundo dia de aula (mais exatamente cinco de fevereiro de dois mil e treze). A chata aqui deu "oi" pra chata ali e depois elas começaram um papo sobre "qual era a cor da escova de dentes de cada uma". A gente era muito burra, cara! Mentalidade de cinco anos, no máximo. GRAÇAS AOS CÉUS que conseguimos evoluir para algo mais civilizado ao longo do ano. 
Ai meu Deus, Rapha! Você era comportada demais - e chata também.
Nós nunca fomos MELHORES AMIGAS. Nunca até o bendito mês de junho, quando eu percebi que você era, tipo... a única amiga que eu tinha. E sem falar daquela linda série de livros que fez a gente se aproximar e seguir a vida como duas rebeldes que salvam o mundo e saem abraçando desconhecidos por aí.
A verdade é que nós somos muito divas, e nossa amizade nos fez entrar em uma TURMINHA DO BARULHO MUITO LOUCA QUE APRONTA MIL E UMA TRAPALHADAS (que, obviamente, seria um fracasso sem a gente. Na verdade, nem existiria sem a gente, porque a gente é LEGAL).
Cara, VOCÊ CONSEGUIU ME MANTER VIVA por emprestar dinheiro para eu comprar lanche - da mesma forma que eu consegui te manter viva por fazer trabalhos escolares, né, Raphaela? tsc tsc
E a gente foi tão idiota dançando na chuva, escalando paredes, adicionando cada vez mais números em nossa ficha criminal, fazendo piadas internas que só a gente entendia, gritando "HITLAAAA" por todos os lugares, cantando "5 patinhos foram passear" da forma mais retardada possível , sendo tão surdas a ponto de entender COISAS ABSURDAS no lugar das coisas mais inocentes (e você sabe do que eu estou falando)...
Parei de escrever para dar uma lida e ver como o texto tá ficando e, ME PERDOE, RAPHAELA, PORQUE ESTÁ REALMENTE UMA BOSTA. PARECE AQUELAS AMIZADES DE MENININHAS MAL COMIDAS QUE SÓ SE ELOGIAM E FICAM POR AÍ ANDANDO IGUAL UMAS TROUXAS. MAS SEI LÁ, A CARTOL AQUI ESTÁ MORRENDO PARA ESCREVER ALGUNS PARÁGRAFOS. DÁ UM DESCONTO.
Aliás, obrigada pelo nome "Cartol". Se não fosse você eu estaria sendo sufocada por apelidos que meus outros amigos davam e... não, pera. Eu estaria na monotonia de ser chamada de CarolinE -argh.
Eu ia escrever uma coisa importante sobre a nossa amizade nesse parágrafo, mas esqueci.
Pois é, né Rapha? A gente era feliz e não valorizava. MEU SENHOR, COMO A GENTE ODIAVA LEVANTAR CEDO E IR PRA ESCOLA! Agora as férias nem começaram direito e nós já estávamos nos lamentando e perguntando como vamos sobreviver sem acordar igual um zumbi e vestir uniforme até esses dois meses se passarem e as aulas voltarem... só que não. As aulas nunca vão voltar sem você.
Até porque não tem motivos para ir para a escola feliz (ou pseudo feliz, afinal, é a escola) sabendo que eu não vou te encontrar lá. Sabendo que eu não vou dar de cara com uma menina de óculos, aparelho e cabelo da cor do de Hitler que vai me chamar de inútil por ter chegado atrasada mais uma vez, e eu não vou falar "desculpa aí, vaquinha".
RAPHA, POR QUE DIABOS VOCÊ SAIU DA ESCOLA, CARA? É TIPO UM FUNERAL, SÓ QUE MAIS TRISTE, PORQUE EU SEI QUE EM ALGUM LUGAR VOCÊ VAI ESTAR VIVA E ESTUDANDO, PORÉM EM >OUTRA ESCOLA<, COM OUTRAS PESSOAS E SEM A DIVA AQUI.

Talvez outras pessoas me chamem de falsa por estar "valorizando" tanto uma simples amizade. CARA, NÃO É UMA SIMPLES AMIZADE! PELO MENOS NÃO PRA MIM. A Rapha é a única vaca que realmente foi/é minha amiga e, para uma pessoa que nunca esperou encontrar uma amizade tão significativa quanto, isso é muito. 

Tá, já fui fofa demais. Rapha, se estou lembrada, você me deve dinheiro. Quando vai pagar? Acho bom ser logo.

Com uns 8 anos

Postado por Carol Langer em quinta-feira, outubro 03, 2013 0 comentários

Com 8 anos eu já escrevia textos...

Ah, primeiramente desculpem-me por não ter postado hoje a tarde, é que tive que ir para a escola, daí passei a tarde com minha prima, e também tive aula de inglês, aí sacomé.

Agora há pouco eu lembrei de um curioso fato de quando eu era menor (uns cinco anos atrás).
Eu escrevia textos.
"Oh, que coisa simples, Carol. Você e todos os outros escreviam textos!"
Acontece que não eram simples textos.
Eram textos depressivos e nada felizes.

Eu falava o quanto me odiava, o quanto as pessoas não ligavam pra mim, o quanto eu era feia e o quanto eu não queria ser daquele jeito.
Eram textos bem profundos para uma criança de oito anos.

Eu lembro de ter recebido várias broncas de familiares por ter escrito aquelas "bobeiras" sobre mim, e eles deletavam tudo. Todo meu trabalho era deletado.
E isso me deixava mais triste ainda, via que nem pela minha família estava sendo mais aceita.

Ainda me recordo de um trecho (eu tenho algo que pode-se chamar de boa-memória-para-besteiras, ou seja, só consigo me lembrar de coisas inúteis eu lembro da primeira vez que bebi Coca-Cola, por exemplo).
Era mais ou menos assim:
"Eu sou apenas uma menina feia, chata e besta. E além de ser feia, eu uso óculos feios que me deixam ainda mais feia. Eu sou feia, feia e besta."
Algum texto da coleção "Sou besta", feito em 2008 por mim mesma \o/

"Oh que falta de surra"
Cale a boca (ou os dedos, para os mais zoeiros).

Eu tenho quase certeza de que todos os meus textos desse tipo foram deletados  :(
Queria tanto reler as palavras dessa menina chata e besta :\

Mas vocês podem ler as palavras atuais dessa menina que cresceu e virou mais chata e besta ainda. Que honra, não?

Texto, texto, textoooo

Postado por Carol Langer em quarta-feira, setembro 25, 2013 0 comentários

Sabe aquele texto que eu fiz ontem? Então

EU PRECISO SABER QUE NOTA EU TIREI!
EU PRECISO SABER O QUE A PROFESSORA ACHOU!
EU PRECISO SABER O QUE É NECESSÁRIO MUDAR NA ESCRITA!
Eu preciso do texto.

É sempre assim: eu faço qualquer prova e no dia seguinte já estou agonizando para recebê-la, o que é bem sofrido, principalmente se você estuda numa escola onde os professores são piores que uma lesma para corrigir tudo.
Não falo que corrigir é fácil e legal, mas sim que poderiam ser um pouco mais rápidos, não é?
Eu apenas quero saber a nota que tirei, poxa

A professora disse hoje que semana que vem entregará os textos... TIPO, SEMANA QUE VEM?
Eu vou morrer esperando isso. Ficarei pensando o fim de semana inteiro se ela já corrigiu aquela droga e o que achou.
E SE ELA PERDEU O TEXTO?
Não vou fazer outro nem que me paguem. Não, se me pagarem eu até faço, porque dinheiro é legal.
Além de que ela vai selecionar os três melhores (mas eu como uma pessoa muito inteligente e observadora sei que ela tem contatos com mamãezinhas de certas coleguinhas e que vai selecionar os textos delas... Nem me importo).
Enfim, se eu achar o rascunho do texto posto aqui.

Fica meio difícil digitar quando se tem um gato dormindo na sua mão, sim meu gato está dormindo na minha mão, então vou parar de digitar.
Atééé nunca mais

Aí você é legal com a pessoa...

Postado por Carol Langer em terça-feira, setembro 24, 2013 0 comentários

Eu sou uma pessoa bondosa pra caramba, e as pessoas são do mal.

Eu posso ter uma cara assustadora, algo do tipo "grr vou te matar", mas eu sou legal, juro.
E também sou muito bondosa, ou seja, se você falar que machucou o dedinho do pé eu vou ficar com muita pena e te abraçar.
MAS AS PESSOAS NÃO SÃO ASSIM!
SE EU MACHUCO MEU DEDINHO DO PÉ ELAS FALAM "DANE-SE"
okok, já estou acostumada com as injustiças dessa vida...

Hoje, por exemplo:
Era "prova"... Não, não podemos chamar aquilo de prova, era uma "redação que valia nota".
Ok, até aí tudo bem, eu estava confiante.
Aí vem aquele gordo que senta na carteira atrás de mim:
"Hey Carol empresta aí uma folha de bloco"

Deixe-me explicar: Na minha escola só é aceito trabalhos em certa folha ~de bloco~ tal a qual o gordo não tinha.

Mesmo lembrando de tudo o que aquele infeliz já me fez passar (como quase levar suspensão, ops), eu emprestei uma folha de bloco para ele. Por quê?
Porque eu sou uma idiota.
Eu fiquei com pena dele por não ter folha de bloco.
Isso Carol!
Assim você vai longe na vida! Só que não.

Feliz com a minha bondade temporária, eu fiquei bem inspirada a escrever e tinha milhões de ideias para a tal "redação que valia nota". Comecei o rascunho toda feliz e alegre.
Até que...
AI MEU DEUS! SENTI UMA COISA NO MEU CABELO, WHAAAT?
E o que tinha acontecido?
O INFELIZ TEVE A CARA DE PAU DE JOGAR SOBRAS DE LÁPIS NO MEU CABELO!
LEGAL, NÉ?
VOCÊ DÁ UMA FOLHA DE BLOCO PRA ALGUÉM E DE TROCA ELA TE DÁ RESTOS APONTADOS DE LÁPIS NO SEU CABELO (TIRANDO O FATO DE QUE MEU CABELO JÁ É RUIM, ENTÃO IMAGINEM SÓ COMO ELE FICOU)

:D

Ok, eu tirei aquelas drogas que ele tinha me jogado.
E continuei escrevendo, dessa vez com mais raiva.

E hoje também fiz uma descoberta: como as pessoas são lerdas
Lá estava eu, escrevendo o rascunho do meu lindo e cheiroso texto de opinião, ok.
Fiz o rascunho, reli mil vezes aquela droga, consertei erro por erro, letra por letra enquanto pensava "Meu Deus, eu preciso acabar de corrigir isso e passar logo a limpo, não vai dar tempo!"
FINALMENTE CHEGUEI A ALGUM RESULTADO SATISFATÓRIO.
Aí fui divando falar para a professora "já pode passar a limpo?"
E nisso todos (inclusive a professora) olharam para mim com uma cara de "o que essa alienígena tá falando?"
ACONTECE QUE ELES NÃO TINHAM TERMINADO NEM O PRIMEIRO PARÁGRAFO DO RASCUNHO.
Então eu e minha querida professora tivemos esse lindo e emocionante diálogo:
- Revise!
- Professora, eu já revisei isso mais de mil vezes!
- Oh então ok. Fique sentada e espere algum tempo antes de passar a limpo.
- Aff ok

Fiquei parada igual uma múmia por uns 10 minutos, não fazendo absolutamente nada de interessante porque a inteligente aqui esqueceu de novo de levar um livro para ler sem ter uma amiga para conversar porque ALGUÉÉÉM NÃO SEI QUEEM RESOLVEEEEU FALTAR HOJE, SABE RAPHAELA?!

Beleza, nesses dez minutos tive tempo de filosofar mais do que algum filósofo de meia-tigela e bolar um texto sobre "Motivos para não confiar em um boneco palito"
Então eu resolvi entrar em ação e finalmente começar a passar a limpo.

Reli o rascunho, passei a limpo, reli o texto mais umas quinhentas vezes e ainda assim fui a primeira a entregar.
Seus lerdos.


O que tirar de moral sobre esse texto?
  • Não seja legal com as outras pessoas;
  • O resto é lerdo.
Ah, coloquei maaaaaaaaaaaaaaaais um aparelho, no céu da boca agora (e fixo, eu vou morrer).
Minha voz piorou muito. Gente, como vou subir no palco agora? D:

Onde esconder a cara?

Postado por Carol Langer em segunda-feira, setembro 23, 2013 2 comentários

Eu acabei de reler um texto que fiz em fevereiro. A minha escrita era tão ruim assim?

Sério, quantas repetições, vírgulas... Eu não sabia colocar PONTO! 
Erros ali, erros aqui, erros em todos os lugareeeeeeeeeeeeeeeeees!
QUE VERGONHA DE MIM MESMA!

Eu não posso ter escrito aquilo, gente.
Meu Deus!
Aquilo?
Não! Por favor, diga que aquele texto não é meu.

Aqui está o primeiro parágrafo. Por favoooor, não riam da minha cara.
"Olá, eu me chamo Morgana, tenho 25 anos, sou casada a dois anos e tenho uma filha. Trabalho num restaurante perto da minha casa, sempre adorei cozinhar, mas às vezes sou desastrada e acabo queimando a comida ou esquecendo de por alguns ingredientes."

Isso é SÓ o primeiro parágrafo, O TEXTO INTEIRO está cheio de erros.
Que vontade de morrer.
Sério.
A primeira frase já se mostra de qualidade, não é?
Essas repetições lindas "anos, anos"

E eu tive a competência de resumir tudo o que acontece na história no primeiro parágrafo.
"Acabo queimando a comida ou esquecendo de por alguns ingredientes"

SIM, NA HISTÓRIA ELA ACABA QUEIMANDO A COMIDA E ESQUECENDO DE COLOCAR OS INGREDIENTES.
FOI-SE O TEXTO!
QUE TEXTO INÚTIL, ALIÁS.
EU ESTRAGUEI TUDO!

Imagino a cara da professora quando leu isso.
Acho que foi assim:
"Hm, vamos ler o texto da Caroline. Blábláblá... QUE COISA HORRÍVEL! MEU DEUS! *vomita*"

Deve ter sido isso mesmo, porque eu não tirei nota máxima nessa droga.
Que vergonha, gente.
Vamos tentar pensar positivo...
Hmm, se não fossem esses textos ridículos que um dia escrevi, eu não estaria melhorando minha escrita atualmente, né?
Ah, e eu sei que um dia vou ler esse blog feio e pensar "Como tive coragem de publicar isso na internet?!"
É.

Durante a festa

Postado por Carol Langer em sexta-feira, setembro 20, 2013 0 comentários

Se é que podemos chamar de festa...

Tipo, durou umas três horas.
E nessas três horas eu não fiz nada além de...
sei lá.

Eu e minhas primas inventamos um monte de negócios: andamos na floresta, escalamos árvores (eu escalei. Elas tentaram, mas sem sucesso), também conheci um gato filhote, e digamos que eu quero ele pra mim porque ele é super fofo *u*
Nem sonhando que consigo mais um, já tenho três diabinhos gatos aqui em casa.

Enfim, na primeira "caminhada" que eu e minhas primas fizemos, eu caí.
Sim, eu tive a competência de cair na terra.
E eu ri demais.
Demais.
Eu, caída na terra, morrendo, os insetos já subindo em mim... E para colaborar, minhas primas rindo muito da minha cara, e eu rindo mais do que elas.

Ao contrário do que vocês podem pensar, nada de grave aconteceu com essa linda pessoa que vocês tanto amam e idolatram comigo. A não ser que duas joaninhas me atacaram com a intenção de me matar, mas agora são elas que estão mortas hahahahaha

E eu não comi absolutamente nada durante aquela comemoração.
Porque eu não quis.
E vocês não estão interessados nisso, mas eu contei porque eu quis.
E o que eu quero, eu faço.
Ta, parei.

Continuando, eu me diverti muito mais do que achava que iria.
Enquanto não escalo outra árvore, vou ficar humilhando minhas primas por não conseguirem subir nem três metros do tronco.
HAHAHAHAHAHAHA

É isso, eu novamente fiz um texto porque não tinha mais nada melhor pra fazer mesmo.
Ok então.

Lágrimas másculas

Postado por Carol Langer em quinta-feira, setembro 19, 2013 0 comentários

Se for pra chorar, chore como alguém de verdade, não como um fracassado.

Eu acabei de voltar do inferno dentista agora, ou seja, acabei de voltar de uma tortura, acabei de trocar aquela cadeira verde-amigável pelo velho sofá da sala, acabei de ficar feliz.

Arghhh, aquelas mulheres-dentistas insuportáveis não paravam de conversar enquanto mexiam nos meus dentes.
mal elas sabem que estão mexendo nos dentes de uma futura atriz famosa
Além de ficarem vendo TV, e eu lá, igual uma boba deitada enquanto elas discutem sobre as notícias.

E quando elas não estavam assistindo TV, conversando ou qualquer outra bobagem, me faziam sofrer.
Foi horrível, eu senti muita dor.
Uma lágrima máscula até saiu do meu olho, mas foi porque a luz estava na frente da minha cara, ok? E foi só uma, e por causa da luz. Só uma.

Meu dia na escola também não foi nada legal.
Aquele menino não para de me incomodar. Hoje mesmo ele riscou meu moletom, uma praga.
mal ele sabe que está riscando o moletom de uma futura atriz famosa
Além de que eu precisei fazer uma apresentação de uma música com as minhas amigas, foi ridículo.

Maaaaaaaaaaaaas
Pelo menos ganhei lápis novos (eu desenho muito, então lápis são sempre bem-vindos).
Agora vou conseguir terminar os desenhos na parede (e fazer mais, muito mais, porque desenhar na parede vicia).

É isso.
Até mais,
lembre-se:
chore, mas chore lágrimas másculas.

Conselho de Classe

Postado por Carol Langer em sexta-feira, setembro 13, 2013 0 comentários

Acho que todos sabem o que é um Conselho de Classe, não é?

Basicamente é uma reuniãozinha de professores onde eles falam mal da a turma e dos estudantes.
Na minha escola é feito um a cada trimestre para ver o desempenho dos alunos, se alguns dos prisioneiros educandos pioraram ou melhoraram, essas coisas. E também é discutido sobre certas expectativas para o próximo ano.
E neste bendito ducentésimo quinquagésimo sexto dia do ano, que é uma sexta feira e ainda por cima treze, os professores resolvem se juntar para falar dos alunos. Um pouco suspeito, né?

NÃO HAVIA necessidade do Conselho de Classe cair numa sexta-feira treze! :(
Meu histórico com esses ~dias do azar~ não são lá bons.

nas sextas-feiras em geral, os professores ficam um pouco, digamos... "alterados".
Sério.
Pode ser que eles sejam loucos, ou talvez não estejam mais aguentando os alunos e a semana... Sei lá. Mas o fato é que eles praticamente se transformam em esquisitos filosóficos, e aquilo dá medo.

Então imaginem:
Um bando de professores loucos tomando café e falando mal de aluno por aluno, numa sexta-feira treze.
/Medo
MAS EU NÃO TENHO AULA ENTÃO É ISSO QUE IMPORTA.

No céu tem pão?

Postado por Carol Langer em quarta-feira, setembro 11, 2013 0 comentários

Antes de começarem com comentários estúpidos sobre esse título, fiquem sabendo que eu não tenho criatividade pra colocar outra coisa e podem botar a culpa no Ed pela ideia

Vou contar sobre meu dia na escola nada-interessante aqui.

Eu acordei e fui pra escola (meu dia já começa super emocionante). Cheguei lá e a bendita estava praticamente vazia, sempre sou uma das primeiras. Fiquei parada, como de costume. Olhando para o chão sem falar com ninguém, apenas aguardando as minhas amigas chegarem. Minha espera durou aproximadamente vinte minutos (e como sou esperta, esqueci de levar algum livro para ler enquanto esperava).
Quando uma das minhas amigas finalmente tomou vergonha na cara e chegou na escola eu fiquei feliz: até que enfim tinha alguém pra ouvir minhas conspirações. Quando a avistei, já fui andando na direção dela.
E bem na hora em que eu ia falar com ela, um monte de gente vem falar comigo.
ARGH, POR QUE VOCÊS NÃO VIERAM CONVERSAR ENQUANTO EU ESTAVA SOZINHA?!
É sempre assim. Ou ninguém fala comigo, ou todos falam na mesma hora. 
Enfim, depois de muito enrolar com aquele povo chato, a aula começou.

E começou tediosamente tediosa. Se me lembro bem, a primeira aula foi de português, eu até que gosto da matéria, mas hoje eu praticamente dormi nossa Carol, como você é rebelde! E a professora, como uma autêntica pessoa da idade da pedra, nos passou milhares de exercícios e esqueceu de corrigir.
Depois disso teve outras aulas que só serviram para eu desenhar.E também houve o recreio, que só serviu para... não, espera. Recreio não serve pra nada.

Voltamos para a sala de aula e SURPRESA!: teria teste de matemática! Mas nada de mais para uma pessoa inteligente como eu mim, até já esperava aquilo.

Depois disso, teve aula com outro professor jurássico: o de história. Na verdade, ele nem é tããão velho, deve ter uns 30 anos, no máximo. Mas acontece que ele fala de um jeito que parece mesmo que vivenciou o negócio e reclama do jeito de um velho de 90 anos, além daquela barba que eu nem vou comentar.
O ruim é que o dito professor se faz de surdo. TINHA GENTE CANTANDO NO MEIO DA AULA E ELE CONTINUAVA LÁ NO QUADRO, ESCREVENDO COMO UM DOIDO.

A questão é que havia macacos pessoas correndo, gritando, subindo em cima das carteiras, batendo nos coleguinhas nos outros, e o professor lá, escrevendo, e eu, como uma aluna aplicada, tentando copiar.

Finalmente a aula que pareceu durar um século acabou e eu não sei como saí viva. 
O ruim é que esse era só o começo do dia.


É isso, eu realmente odiei essa droga que escrevi, porque não leva a lugar nenhum.

Mas, como foi a única coisa que fiz hoje, fiquem com essa porcaria.
PS.: No céu tem pão?

Não sei me comunicar

Postado por Carol Langer em quarta-feira, setembro 11, 2013 0 comentários

Esse título resume a minha vida e quem me conhece certamente vai concordar, sendo meu amigo ou não.

Durante esses meus treze anos, eu acho que iniciei um bom diálogo talvez umas cinco vezes na vida. 
Como uma pessoa jovem e que ainda tem muito pra viver ou não, tenho esperanças de que um dia vou conseguir me comunicar claramente. 

Eu não sei falar.
Eu não fui feita para falar. Durante meu dia só falo palavras necessárias e precisas, é automático. Se eu passar um dia inteiro sem falar, não vou me surpreender. 

Eu odeio começar conversa. Eu não consigo deixar aquela droga fluir.

Sei lá, teve um monte de coisas que contribuíram para que eu seja uma pessoa quieta e sem assunto. A primeira é que eu sempre preferi ficar sozinha, não gosto da companhia excessiva das pessoas (por mais que esteja tentando mudar isso agora). Outra explicação é que eu só falo com meus amigos, então se você não é meu amigo, eu não quero nem olhar na sua cara. E acrescentando o fato de que eu não vivi nada de interessante para contar do tipo ~minhas aventuras~ ou até mesmo ~o dia em que saí do Brasil~ porque eu nunca saí do Brasil, na verdade eu acho que saí no máximo umas três vezes do meu estado deixa uma clara imagem de que eu sou uma pessoa chata e tediosa.
O máximo de assunto que eu tenho é "Qual a cor da sua escova de dentes?" ou "Você tem animais de estimação?"
 Sim, uma pessoa com 5 anos tem melhor lábia e dicção do que eu. 
Ah, e eu também não colaboro com nada. É meio difícil achar alguma coisa pra discutir comigo. Por exemplo, eu não ouço tantas músicas quanto as pessoas. O único jogo que já joguei tirando Tetris foi The Sims Sdds Laura Caixão. De livros só me apetece Rangers, que muito pouca gente conhece, etc. E eu também reclamo de tudo que vejo pela frente, logo, você não consegue me suportar.

Além de que eu sempre consigo falar pelo menos uma besteira e estragar a conversa. E também me atrapalho muito na hora de diálogos diretos: eu bolo um monte de frases boas para falar e na hora solto a pior. Tirando o fato de que sou praticamente surda, e isso significa que você vai ter que repetir no mínimo três vezes tudo o que você falou para eu entender.

Por isso que eu concordo com as pessoas, elas não falam comigo porque simplesmente não tem o que conversar.
É isso.
Caroline



ATUALIZAÇÃO:
"Não sei me comunicar parte II".
 Clique AQUI para ler a segunda parte desse drama pior que novela mexicana.

Que diabos houve comigo?

Postado por Carol Langer em terça-feira, setembro 10, 2013 0 comentários

Antes estava tudo uma beleza, eu até que gostava das minhas fotos. Consegui mudar tanto em tão pouco tempo?

Realmente parece difícil de acreditar, mas eu não sei mais sorrir. Eu perdi esse "talento" e estou escrevendo um texto sobre isso porque ainda não perdi a minha razoável "habilidade" de escrever.
Não estou dizendo que perdi a alegria e o sentido da minha vida. Mas que eu não sei sorrir. Eu fico feia sorrindo. Minha cara só não fica mais horrível porque é impossível piorar. Eu sou feliz, mas eu não quero mostrar isso porque eu não sei mais sorrir. O meu sorriso (se é assim que podemos chamar aquela coisa que parece mais um tumor) ocupa metade da minha cara, e mesmo eu estando de boca fechada fica feio.
Meu rosto cresceu, engordou, achatou, amarelou, sei lá o que aconteceu com o bendito, eu só sei que ele não é mais o mesmo. Estou quase convencida de que trocaram a minha cara enquanto eu dormia ou algo parecido.
"Ai Carol! Isso é normal. O rosto muda porque a gente cresce e mimimi" Oh, really? Deve ser por isso que eu não tenho mais aquela cara de bebê...  Não estou falando disso. Eu mudei de uma semana pra cá, meu rosto mudou. Não tem nada a ver com crescimento. 
É esse o motivo de eu não postar mais fotos da minha cara no Instagram. Ainda vão falar que a minha conta foi hackeada e esses negócios que o povo gosta de inventar. Eu estou diferente, mas continuo sendo a Carol. Que diabos houve comigo?
Eu já falei do que eu gostaria de falar. Poderia estar encerrando o texto agora, mas eu gosto de perturbar vocês. Então fiquem me aguentando. Na verdade, você tá lendo isso porque quer, se for de sua vontade parar de ler agora, te mando beijos e tchau.
Continuando o meu raciocínio, pode-se descartar a opção de que meu rosto ficou diferente naturalmente. Não tem como mudar tanto em tão pouco tempo. Ele se transformou da noite para o dia e é isso que me intriga. Talvez alguma criatura não identificada tenha me injetado algo para meu rosto mudar, ou talvez eu seja uma criatura não identificada.
Quem sabe ele só esteja diferente, quem pode afirmar que é algo permanente? Vai ver eu sou parente de camaleão. Semana que vem posso estar com outro rosto, novo em folha. Talvez posso ser uma futura descoberta científica e meu rosto carrega algum tipo de cura para doenças, por isso ele muda. Ou apenas e mais provavelmente, meu rosto é indeciso e tem mal gosto (porque por favor né, ele muda pra algo pior do que já era, aí fica difícil). A questão é que vou ganhar bilhões sendo cobaia de laboratório para os cientistas verem o que está acontecendo comigo.
Mas na realidade, acho que nunca vou saber o que aconteceu. Meu rosto mudou e pronto. Agora entendo o significado das cirurgias plásticas.

É isso, fiz esse texto hoje mais cedo pra sair do tédio (e não consegui).
 

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